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5 Continent Congress | Barcelona


26 • 09 • 2018
por Clarissa Rittes

Olá meninas!

Estou voltando após alguns dias de férias e o Congresso em Barcelona, com muitas novidades para dividir com vocês. Esse mês, eu e a doutora Patrícia estivemos no 5 Continent Congress, evento anual em que médicos dos cinco continentes se reúnem para dividir o que existe de mais novo no mundo da beleza. Por incrível que pareça, a medicina estética está evoluindo em velocidade surpreendente, tanto pela comunicação e troca que atualmente é muito mais fácil, quanto pelo fato das técnicas e tecnologias estarem cada vez mais lapidadas e potentes.

Foram diversos temas, mas hoje vou focar nos tratamentos corporais. Nunca a medicina estética e a cosmiatria focaram tanto no corpo. Como foi dito em uma das aulas: o bumbum é agora a nova face. Isso pode estar tão em evidência em razão das redes sociais ou por causa da melhora das tecnologias.De qualquer forma, as pesquisas recentes apontam que depois da face, o segundo lugar onde os homens e mulheres prestam mais atenção é o bumbum.

Entre as novidades, além de tratamentos para flacidez e gordura localizada, agora temos opções não invasivas para promover um aumento do bumbum e mudança de formato. Duas novidades me chamaram atenção, uma delas tem previsão de chegada no Brasil no ano que vem. É um aparelho capaz de aumentar em até 20% o músculo e queimar a mesma proporção em gordura. O aparelho em questão também pode ser regulado para apenas aumentar o músculo, caso o paciente não queira perder gordura.

Pode ser usado na região abdominal, glúteos, braços, pernas , e consiste em uma placa que emite um campo eletromagnético que promove contrações involuntárias. Diferente de outros aparelhos disponíveis hoje no mercado, como o “ coletinho “ que dá choque e também promove a contração involuntária do músculo, por se tratar de um campo eletromagnético e não uma corrente, a contração é muito mais intensa e pega todo um grupo muscular. Por isso, diferente das tecnologias atuais como o X body, nesse aparelho o paciente fica deitado de repouso e não realizando exercícios. Isso porque o campo eletromagnético causa em média 20 a 30.000 contrações musculares MÁXIMAS em 30 minutos, o que causa fadiga muscular e hipertrofia. Dependendo da modulação do aparelho, essas contrações podem causar um grande aumento do metabolismo local e, consequentemente, as células de gordura morrem. Nos casos onde não queremos perder gordura (bumbum em alguns casos), basta regular o aparelho para somente hipertrofia.

A tecnologia está sendo estudada há anos e já está desde o começo de 2018, trazendo muitos resultados positivos na Europa e EUA. São recomendadas quatro sessões, mas apenas duas por semana, e a massa muscular é mantida desde que o paciente faça manutenção com musculação. Muito interessante para quem já treina, para dar um “up” no resultado, pois quando realizamos contrações voluntárias com peso (musculação), acabamos tendo vícios de movimento e postura. E assim, não ativamos toda a região, pois “ roubamos” e fazemos mais força nas partes onde estamos acostumados, poupando algumas regiões, diferente do campo que causa uma contração generalizada de todo o grupo muscular tratado. E, para quem não treina, seria um incentivo para ajudar a dar um “boost” inicial.

Não sabemos quanto vai custar a tecnologia aqui. Na Europa, o aparelho custa 280 mil euros e as sessões variam em média de 750 a 1,500 euros. Estamos ansiosas aguardando o aparelho chegar ano que vem. Além disso, muito se falou sobre procedimentos para um leve aumento no tamanho do bumbum e, consequentemente, mudança no formato.

Uma técnica muito interessante que vi, foi a aplicação de ácido poli l latico (bioestimulador) em grande quantidade. Quatro ampolas por lado, por sessão, em regiões específicas que geram uma sustentação na parte de cima do bumbum. Essa sustentação faz o bumbum empinar, ficar mais redondo e também melhora o aspecto da pele e reduz a celulite.

Mas a técnica é complexa e, para resultados que valham a pena o investimento – 8 ampolas por sessão fazem o tratamento ser muito caro -, e também para garantir a segurança do procedimento, é indicado que ele seja realizado por médico experiente

Consulte sempre seu dermato para saber o tratamento mais indicado para sua pele e corpo .

Espero que gostem das informações e se cuidem!

Beijos e até a próxima coluna,

Dra. Clarissa Rittes

Para mais informações: Tel:. (11) 3045-4167 | IG: @clarissarittes

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A Flacidez Corporal | Braço, Joelho e Interno da Coxa


24 • 01 • 2018
por Clarissa Rittes

Olá meninas!!!

Como combinamos ano passado, vamos começar 2018 falando de flacidez corporal. Na coluna anterior, o tema foi flacidez abdominal. Hoje abordarei algumas regiões que incomodam muito quando ficam flácidas. São elas: braços, joelhos e interno de coxa.

A flacidez da pele é causada por algumas razões, sendo a perda de colágeno –  a partir dos 30 anos o corpo para de produzir colágeno – uma delas. Fatores como a perda de peso, redução de medidas, excesso de exposição solar, a genética e também o tabagismo e estilo de vida, colaboram e muito para o processo da flacidez.
Para tratar, precisamos primeiro avaliar o grau da flacidez, idade e tipo de pele. Desta forma, é possível escolher o procedimento mais adequado no extenso arsenal que a medicina estética oferece hoje. Em todas essas regiões, casos mais leves e pacientes jovens, muitas vezes, podem ser resolvidos com radiofrequência. Essa tecnologia estimula grande produção de colágeno em áreas extensas, e pode tratar regiões dos braços, pernas e abdômen.

Muitas vezes, associamos mais de uma tecnologia ao tratamento para obter um resultado mais eficaz. Radiofrequências diferentes, algumas vezes, radiofrequências com bioestimuladores do colágeno ou outras tecnologias como ultrassom microfocado. A frequência das aplicações varia entre 4 a 8 sessões, dependendo do caso. Todo colágeno produzido em algum momento é destruído pelo corpo novamente, por isso, o tratamento necessita ser repetido geralmente a cada 6 a 12 meses, dependendo da idade e grau da flacidez da pele.

Para casos de flacidez corporal moderada, a primeira escolha costuma ser o bioestimuladores associado ao ultrassom microfocado (falei sobre essa associação na coluna anterior). A energia do ultrassom microfocado penetra profundamente e gera um calor maior e mais concentrado na região flácida, quando comparado à radiofrequência. Além disso, chega à profundidade do músculo (ideal para quem tem flacidez muscular associada). Já a radiofrequência trata áreas maiores. Por isso, quando a flacidez é moderada, muitas vezes, o ideal é tratar a área mais crítica com o ultrassom e, as regiões “envolta”, com radiofrequência.

Cada vez mais a associação de tecnologias tem se mostrado a melhor opção para uma pele lisinha e “coladinha” ao corpo todo.

Na próxima coluna vamos falar sobre a pele pós verão. Como cuidar, SOS pós praia . ❤️

Espero que tenham gostado.

Um beijo,

Dra. Clarissa Rittes

Para mais informações: Tel:. (11) 3045-4167 | IG: @clarissarittes