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As “cicatrizes” da infância na vida adulta: Pais são referências!


10 • 10 • 2016
por Janaína Leão

Olá meninas!

Uma conversa franca com pais e para aqueles que desejam ser. Precisamos falar abertamente sobre o comportamento dos pais em relação aos filhos. Situações de insegurança, baixa autoestima, dificuldade de se posicionar, medo, rigidez, falta de limite e paciência, egoísmo, dificuldade para decidir e se impor, excesso de vaidade, cuidado e proteção… Segundo cientistas tem influência da genética, do ambiente (pais – família ampliada – sociedade – escola) e da cultura.

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(Foto: Divulgação IStock)

Qual foi a última vez que você olhou no olho do seu filho com cuidado? E a última vez que você sorriu para seu filho por ele simplesmente existir? Quando você reconheceu e reforçou positivamente algum comportamento?

Você tem filho? Se sim, saiba que você é uma das pessoas mais importantes para ele. É referência e, se o filho estiver na primeira infância você é o mundo dele e tem a função de apresentá-lo. Vale lembrar que a principal parte da personalidade da criança é formada até os 2 anos e meio – 3 anos. Período que tudo é novo para os pais e a criança, ela absorve como uma “esponja” – o que vê, ouve e sente.

Como especialista em psicoterapia familiar, convido você, para refletir sobre a diferença que existe entre: desejar x ter filho. Diversas são as dúvidas que invadem a mente dos pais, tais como: Qual o papel do pais? Como educá-los? Como reagir em situações de conflito? Como ensiná-los valores e princípios? Como cuidar da autoestima do seu filho? Como não descontar meus problemas no filho? e etc.

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Quando desejamos muito alguma coisa, geralmente idealizamos e criamos expectativas. Quanto maior o desejo, infelizmente, menor é a probabilidade de analisarmos os “contras”. Para cada escolha, há renuncia e se você a tem claro, possivelmente, criará estratégias para enfrentar a situação, minimizando assim o sofrimento e desgaste pessoal ou familiar. Desejar, não significa que você está “preparado”, mas que pode se preparar. Essa preparação inclui, autoconhecimento, planejamento, organização, cuidado e muito afeto.

Sobre ter filho. Cada pessoa tem a sua concepção sobre o sentido e significado de ter filho, como por exemplo: questão cultural, padrão transgeracional famíliar, religiosidade/espiritualidade, a possibilidade do sobrenome seguir, preencher vazio, “salvar” o casamento, desejo/objetivo de se tornar mãe ou pai e ter uma família maior e etc. Ter filho, requer dedicação, cuidado, estratégia e acima de tudo amor próprio e maturidade. Ter filho é ter um coração “batendo fora do seu corpo” e ter a oportunidade de construir uma relação pautada no respeito, incentivo e cuidado. Ter filho é olhar para uma outra pessoa e ao mesmo tempo enxergar alguns comportamentos seus e ter cautela com a postura. Ter filho é exercitar a paciência, olhar no olho com cuidado, ensinar pelo exemplo, incentivar atitudes, reconhecer comportamentos e ter a certeza que você é um grande exemplo. Ter filho é aprender a dar limites pela via do cuidado e reprender quando necessário.

Você sabe quais são suas crenças irracionais a respeito de família, amor, cuidado, proteção e incentivo? Faço essa pergunta, porque certamente você repete alguns comportamentos dos seus pais e avós, já reparou? Muitas atitudes, “jeito” de ser é manifestado de forma inconsciente. Esse é um dos pontos que considero crucial na decisão de ter filho. Se você tem maior autoconhecimento e entendimento de alguns comportamentos que não foram bacanas na infância, tem grandes chances de fazer diferente, caso contrario alta probabilidade de repetir.

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(Foto: Divulgação)

Quantas vezes você descontou no seu filho sua frustração, chateação, cansaço e raiva? Quantas vezes se alterou sem “motivo aparente”? Quantas vezes foi injusto com seu filho pelo simples fato de estar estressado e descontente com a vida? Palavras jogadas ao “vento” em momentos de tensão geram marcas internas, se repetidas, geram “cicatrizes”.

Falo isso, pois diariamente, há quase dez anos, atendo pessoas com marcas de uma infância dura, sofrida e de muita retaliação, mágoa e pouco reconhecimento. Detalhe, nem cogito em culpar os pais pela situação, pois entendo que não fizeram por maldade. E sim, por falta de planejamento, organização e por repetir o padrão (trans)geracional… Como mencionei acima, é muito importante olhar para seu padrão de pensamento e comportamento e entender que ele tem uma origem e buscar conhecê-la.

Não existe uma “receita” para ser mãe e/ou pai, mas sabe-se que:

  • Filho aprende por exemplo. Não adianta você ensinar “x” e fazer “y”.
  • Conversar em um único tom, mesmo que bravo o ensinará como falar e tratar as pessoas.
  • Reconhecer o esforço e a dedicação, mesmo que ele não atenda o resultado que você esperou, gerará autoconfiança e estímulo para buscar novos resultados.
  • Valorizar comportamentos e atitudes que transmitem valores de vida, fortalecerá determinados hábitos.
  • Incentivar atitudes e comportamentos é uma forma de dimensionar o potencial.
  • Dar espaço para ele escolher roupas, organizar seu guarda roupa – do modo dele!, contribuirá no desenvolvimento das funções executivas, isso na primeira infância.
  • Confiar no seu filho, evitar palavras ofensivas e minimizar a  chantagem emocional,  o deixará seguro.
  • Estimular a criatividade e leitura é uma forma de mostrar o mundo com cuidado.
  • Conversar, estar presente, minimizar o julgamento e se mostrar a disposição do filho criará vinculo.
  • Reconhecer os erros cometidos com os filhos e, quando possível, se desculpar é uma forma de recomeçar e reconstruir novos comportamentos.

Enfim, como seres humanos, a imperfeição faz parte. Busque reajustar, sempre é tempo de recomeçar e reconstruir vínculos.

Obs: Próximo texto darei continuidade no assunto!

Ótima semana! Excelente reflexão e ação.

Um beijo,

Dúvidas? janaina@janainaleao.com.br
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Janaína Leão: Psicóloga e Coach

@psicologa_coachjanaina@janainaleao.com.br | www.janainaleao.com.br

 

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Mixed Kids – Entre o Céu e o Mar | Verão 2017


01 • 09 • 2016
por Maria Rudge

Oi meninas. Tudo bem?

Na quarta-feira (30), fui ao lançamento da coleção Entre o Céu e o Mar da Mixed Kids, está incrível! Um sonho para as meninas!

O evento foi uma delícia, pudemos conhecer mais da linha que segue a mesma proposta da Mixed: cores e movimentos que lembram a imensidão azul, peças leves e tons claros de azul, verde, rosa, com estampas de pássaros e flores… Além dos laços e babados, super fofos!!!

A decoração está linda também, flores, bonecas e até uma casa de boneca foram colocadas para elas brincarem enquanto as mães fazem as compras. Porque comprar não precisa ser chato né? Ainda mais para as crianças.

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Riccy, Mig, eu, Ciccy e Carol

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Para deixar o momento ainda mais especial, as meninas receberam tratamento de princesa, uma equipe para fazer penteados, comidas muito gostosas e um espaço para personalizarem suas bolsas. Amei!

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Os carrinhos da Mafoz marcaram presença com as comidas deliciosas, eles arrasam em todos os eventos! Sempre chamo eles para os aniversários dos meninos.

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E também a nossa bike com os sucos 100% integrais Villa Piva, já com os três sabores – uva, tangerina e maçã -, e as novas embalagens de 300 ml. Selecionei algumas fotos de quem passou por lá. Olhem só:

Meu look é todo Mixed! E meu acompanhante Miguel, o Otávio não pode ir dessa vez pois estava na escola!

Vale a pena conferir a coleção, tenho certeza que vocês também vão se apaixonar!

Mixed Kids site | @mixedkids_brazil

Beijos, Maria.

Hora da amamentação – Supermamy Babies & Co


17 • 05 • 2016
por Maria Rudge

Oi gente, como vocês estão?

A amamentação é um momento muito especial para as mães e os bebês, mas quem já passou por essa fase, sabe que nem sempre é tranquila, né?

Ficamos preocupadas se eles estão na posição certa, o horário das mamadas durante o dia/noite, e ainda temos dificuldade de encontrar uma posição confortável para evitar dores no corpo. Com tantos desafios, algumas mães podem ficar frustradas e desistirem de amamentar antes do período recomendado.

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Esta semana, descobri uma solução que tenho certeza que ajudará muito! É um travesseiro/almofada especial para amamentação, o Meu Amigo do Peito.

Na época em que amamentei meus filhos, esse modelo ainda não existia no Brasil, mas o grande diferencial dele para os outros, é que o formato é anatômico, se encaixa perfeitamente ao corpo da mãe! Além de ter um cinto bem seguro, não deixa a almofada sair do lugar e evita a distância entre a mãe e o bebê.

Outra questão importante, é o apoio para as costas, que ajuda na postura correta e previne dores na lombar e nos ombros. Existem em dois tamanhos, um para um bebê e outro para gêmeos, ambos com o objetivo de uma amamentação tranquila e mais especial!

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Esta é para gêmeos!

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Expliquei para o Otávio como funciona a almofada e ele adorou… Ficou passando mão e falando que é muito macia!!

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Esta é para um bebê, olhem o detalhe do cinto:

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Não é demais? Quem sabe eu possa usar com um futuro filho!!!

Tenho certeza que a vida das mães serão bem mais fáceis com este travesseiro, testei e recomendo muito!!

Para quem tiver interesse em saber mais, o produto foi criado em São Francisco, nos Estados Unidos e é vendido exclusivamente pelo site Supermamy.

Site | Facebook | @supermamybabies

Beijos, Maria

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