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A Flacidez Corporal | Braço, Joelho e Interno da Coxa


24 • 01 • 2018
por Clarissa Rittes

Olá meninas!!!

Como combinamos ano passado, vamos começar 2018 falando de flacidez corporal. Na coluna anterior, o tema foi flacidez abdominal. Hoje abordarei algumas regiões que incomodam muito quando ficam flácidas. São elas: braços, joelhos e interno de coxa.

A flacidez da pele é causada por algumas razões, sendo a perda de colágeno –  a partir dos 30 anos o corpo para de produzir colágeno – uma delas. Fatores como a perda de peso, redução de medidas, excesso de exposição solar, a genética e também o tabagismo e estilo de vida, colaboram e muito para o processo da flacidez.
Para tratar, precisamos primeiro avaliar o grau da flacidez, idade e tipo de pele. Desta forma, é possível escolher o procedimento mais adequado no extenso arsenal que a medicina estética oferece hoje. Em todas essas regiões, casos mais leves e pacientes jovens, muitas vezes, podem ser resolvidos com radiofrequência. Essa tecnologia estimula grande produção de colágeno em áreas extensas, e pode tratar regiões dos braços, pernas e abdômen.

Muitas vezes, associamos mais de uma tecnologia ao tratamento para obter um resultado mais eficaz. Radiofrequências diferentes, algumas vezes, radiofrequências com bioestimuladores do colágeno ou outras tecnologias como ultrassom microfocado. A frequência das aplicações varia entre 4 a 8 sessões, dependendo do caso. Todo colágeno produzido em algum momento é destruído pelo corpo novamente, por isso, o tratamento necessita ser repetido geralmente a cada 6 a 12 meses, dependendo da idade e grau da flacidez da pele.

Para casos de flacidez corporal moderada, a primeira escolha costuma ser o bioestimuladores associado ao ultrassom microfocado (falei sobre essa associação na coluna anterior). A energia do ultrassom microfocado penetra profundamente e gera um calor maior e mais concentrado na região flácida, quando comparado à radiofrequência. Além disso, chega à profundidade do músculo (ideal para quem tem flacidez muscular associada). Já a radiofrequência trata áreas maiores. Por isso, quando a flacidez é moderada, muitas vezes, o ideal é tratar a área mais crítica com o ultrassom e, as regiões “envolta”, com radiofrequência.

Cada vez mais a associação de tecnologias tem se mostrado a melhor opção para uma pele lisinha e “coladinha” ao corpo todo.

Na próxima coluna vamos falar sobre a pele pós verão. Como cuidar, SOS pós praia . ❤️

Espero que tenham gostado.

Um beijo,

Dra. Clarissa Rittes

Para mais informações: Tel:. (11) 3045-4167 | IG: @clarissarittes

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