Ano Novo! Vida Nova?


17 • 01 • 2017
por Luciana Panteleiciuc

Olá, tudo bem?

Ano novo, vida nova!

Certo? Errado! E por que?

Simples: Se você não está diferente, seu ano será muito parecido com 2016.

Já falamos aqui que “fazer sempre a mesma coisa e esperar resultado diferente é loucura”. (Albert Einstein)

Vou te ajudar hoje a se tornar mais confiante para que você tenha coragem de fazer as mudanças que precisa e quer. Claro que você quer crescer, mudar, melhorar, senão não estaria lendo este texto!

Tenha confiança

Vou te dar 5 estratégias para ter mais confiança neste ano:

1- Decida SER mais confiante.

Torne isto uma intenção. Você simplesmente precisa decidir se sentir mais confiante. E gerar confiança de uma forma mais consistente e consciente. Só de prestar atenção você já se sente melhor e mais poderosa, experimente.

2- Viva com integridade com quem você é e o que você acredita.

Quando você é autêntica e verdadeira com você mesma, você se sente confiante. Você precisa decidir este ano estar plenamente íntegra com o que te faz feliz, com sua essência, com seu propósito. Pare de se enganar e viver uma vida “ok”, você merece e pode mais! Mãos a obra!!

3- Obtenha mais competências.

Vá buscar mais conhecimento e habilidades nas áreas que você é apaixonada e precisa executar bem seu trabalho! SEJA a MELHOR! Mais competência gera mais confiança. Faça cursos, faculdade, pós-graduação, MBA, leia livros, assista vídeos no YouTube, participe de encontros, workshops. Quando você é boa no que faz a confiança é inevitável!

4- Se jogue.

Crie impulso, entusiasmo, estímulo. Vá para a ação. A vida não é sobre a perfeição, ela é sobre o progresso. Quanto mais ação, mais progresso! Assim você se sentirá cada dia mais e mais confiante. Esse é o caminho.

5- Cerque-se de pessoas positivas e solidárias.

Busque sua TURMA! Se você não tem uma comunidade, um grupo de apoio, vá criar um. Observo que buscamos o tempo todo ajuda e apoio da nossa família e amigos. Eles talvez possam te apoiar, mas só VOCÊ pode realizar o seu sonho! Então não sobrecarregue quem te ama. Em vez disso, vá atrás de um grupo de pessoas positivas e com o mesmo ideal que você. Isso irá ajudá-la a se sentir mais confiante.

Espero que isso te ajude a pensar.

Mas mais importante que tudo a AGIR!

O Coaching é muito poderoso e irá te ajudar a chegar onde você quer mais rápido e com mais precisão. Você precisa de direcionamento, de estratégias, de ferramentas. Não estamos aqui para chegar lá sozinha! Mas todas juntas, nos ajudando, isso sim é poderoso!

Envie AGORA um e-mail para coachlupante@gmail.com e coloque no assunto: ”Sou leitora do Blog da Lala Rudge” e peça mais informações sobre o meu programa exclusivo.

Beijos, Lú Panteleiciuc.

Lala Rudge no Desfile Dolce Gabbana em Milão!


16 • 01 • 2017
por Lala Rudge

Na semana passada, fui a Milão a convite de ninguém menos que a dupla Stefano e Domenico, para desfilar no Dolce & Gabbana Fashion Week 18!!!

Fiquei muuuito feliz e honrada em fazer parte de um momento incrível de uma marca que eu amo!!

Lala Rudge no desfile Dolce e Gabbana

😱😱😱Tks for having me @dolcegabbana ❤️ #DGFW18 📹 do meu 😻❤️ @bkhouri1

A video posted by Lala Rudge (@lalatrussardirudge) on

Foram 20 millennials convidados para representar a nova geração de consumidores, entre os influenciadores: O fotógrafo de street style Lee Oliveira, Sofia Richie, Cameron Dallas e as irmãs Sistine, Sophia e Scarlet Stallone.

Austin Mahone em Dolce e Gabbana

Para uma proposta ainda mais jovem e descontraída, escolheram o cantor Austin Mahone!

Fotos do desfile:

E para encerrar…

A coleção está linda! A grife apostou na mistura do tradicional com o moderno. O destaque do desfile masculino foi a alfaiataria e os shapes urbanos. Chamada de “Os novos príncipes, a linha traz maneiras independentes de vestir e se expressar.

Já nos looks femininos, o mix do icônico e sexy, o famoso slip dress combinado com jaquetas masculinas. Ou seja, continua em alta a ideia de incluir uma peça do “namorado ou marido na produção”, de acordo com seu estilo. Amo e vocês?

Confiram mais fotos de backstage:

Pat McGrath, a melhor!!

Com o querido Domenico.

Mais uma vez, quero agradecer a Dolce & Gabbana por esse dia incrível e super especial!

Eu e Lee Oliveira na festa D&GFesta Dolce & Gabbana

Depois me contem aqui o que acharam!!

Beijos, Lala.

A dor do término (Como superar o fim do relacionamento?)


16 • 01 • 2017
por Janaína Leão

Olá meninas,

Temos a necessidade de criar situações que geram segurança! Você já pensou sobre isso? Estudos indicam que quando viajamos ou mudamos de cidade, nosso cérebro, na tentativa de gerar segurança, cria diversas associações e a mais comum é achar pessoas parecidas com familiares, amigos e até conhecidos. Também é normal fazer ligações com situações já vivenciadas, sentidas e etc. Tudo isso ocorre porque precisamos nos sentir seguros tanto com pessoas como em lugares.

Nos relacionamentos afetivos, isso não é diferente. Ao iniciar um relacionamento é natural imaginá-lo pra sempre – além de gerar comprometimento, gera segurança e estabilidade. Um dos motivos da dor e do sofrimento quando uma relação chega ao fim, tem a ver com as expectativas criadas e os sonhos que são cessados de uma hora para outra.

A dor do término

(Foto: Divulgação/ Revista Galileu)

Você já passou por um término de relacionamento? Levou um “fora”? Ou você rompeu? Independente se terminaram com você ou você teve a iniciativa de dar um ponto final, possivelmente já sentiu a dor e o desespero de um término? Parece que a vida vai terminar e que jamais você encontrará outra pessoa que fará sentido na sua vida. O “vazio” deixado pelo outro ocupa uma imensidão e que no momento do término parece sufocante.

Relações chegam ao fim porque, provavelmente, o casal ou um dos parceiros mudaram o foco, a busca pela individualidade se sobressaiu,  o sentimento ficou adormecido, os propósitos do casal foram deixados de lado, traição e um dos parceiros não superou a situação, divergência de pensamentos e comportamentos, questões financeiras e etc.

Drummond cita: “ a dor faz parte o sofrimento é opcional”. Cultivar o sofrimento, remoer o passado e não aceitar o término, além de causar dor, impede o processo do luto. É natural sentir tristeza, indignação, raiva, culpa, rejeição e medo de recomeçar. Após o término, comportamentos de reclusão e introspecção são naturais. Afinal, atitudes de fuga (sair para baladas, buscar novos relacionamentos para substituir a situação, não pensar no que ocorreu…) geralmente não trazem resultados positivos.

Novos hábitos

(Foto: Divulgação)

Para de fato,  encerrar o ciclo é necessário aceitar o status quo, reconstruir novos hábitos, buscar novas fontes de afeto, prazer e focar em atividades que geram satisfação. Superar o término é retomar a atenção para sua própria vida, bem estar e oportunidade para resgatar a autoestima. Afinal, existem muitos relacionamentos opressores. Encarar o término, é recomeçar a vida e buscar o que faz sentido para você. As lembranças dos bons momentos geram recordação do que foi vivido. O que não foi bom, gera aprendizado.

Terminar dói, contudo você escolhe a intensidade e o tempo  que vai “querer” sofrer em decorrência do término. Que seja eterno enquanto houver reciprocidade. Muitas vezes a dor tem a ver com seus próprios vazios, que na ocasião era mascarada na relação. Afinal, como é olhar pra dentro de você? O que você vê? Seu silêncio é ensurdecedor? Seu vazio diz o que? Como é viver de forma independente?

Enfim, para manter uma relação, é necessário que ambos invistam e renovem a relação de tempo em tempo. As relações precisam evoluir de acordo com as experiências e nível de maturidade dos parceiros. Não tem como manter um relacionamento eternamente se ele não passar por atualizações e reformulações.

Ótima reflexão.

Espero que tenham gostado. Dúvidas? Entre em contato.

Um beijo e até a próxima.

______________________

Janaína Leão: Psicóloga e Coach

@psicologa_coachjanaina@janainaleao.com.br | www.janainaleao.com.br

página 1 de 733