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Coragem para enfrentar a acomodação


03 • 08 • 2015
por Janaína Leão

Olá meninas!

Vamos iniciar a semana enfrentando nossas procrastinações? Se sim, vem ler!

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(Foto: Divulgação)

Papel e lápis na mão para responder a seguinte pergunta: Atualmente, o que você tem evitado fazer? Exemplo: Iniciar dieta ou atividade física,  fazer planejamento financeiro, procurar outro trabalho ou conversar com seu chefe, terminar a relação que já chegou ao fim e etc.

Consegue identificar por quais motivos você tem evitado essa ação?

Dentre os motivos, me arrisco a dizer que o principal é a famosa Zona de Conforto, caraterizada por pensamentos e comportamentos que estamos acostumados a ter e que dificilmente geram desconfortos. Porém, o principal problema da Zona de Conforto é a acomodação e limitação imposta (in)consciente por si mesmo. Você já teve a sensação que na sua vida não acontece nada demais e de diferente? Se a resposta for sim, o que você tem feito de diferente para obter outros resultados?

A Zona de Conforto é um “bem” necessário, pois além de sinalizar conforto, sinaliza um possível questionamento: será acomodação? Também mostra que nos desenvolvemos, aprendemos, atingimos resultados e que precisamos nos lançar a novas oportunidades. É a hora de evoluir e traçar os próximos passos.

Para entender melhor sobre o assunto e sua real importância, se faz necessário compreender a função dos seus pensamentos. Especialistas afirmam que ao longo do dia ocorrem de 40.000 a 60.000 pensamentos, a maioria inconscientes.  Logo, muitas vezes, o nosso posicionamento é guiado pelo inconsciente.

Ter consciência das suas crenças e desenvolver maior autoconhecimento, contribuirá para você não cair em armadilhas criadas por si mesmo e que representam uma “falsa” realidade. Seguidamente, escuto dos meus pacientes “eu sei, me conheço muito bem”. Porém, se conhecer não é garantia de mudança e de encontrar ferramentas para alavancar na vida. Além de se conhecer, se faz necessário entender seu padrão de pensamento e comportamento. Você sabe qual é?

Por fim, a vida oferece oportunidades incríveis e o limite é você que impõe.  Enfrentar a zona de conforto é assumir novos pensamentos, comportamentos e permitir espaço para as novas conexões cerebrais.  É não se contentar com o “mais do mesmo” e não temer pelo desconhecido. Pesquisar, planejar, buscar ajuda profissional e conversar com as pessoas te dará força. Aos poucos, permita-se atravessar o que até então era (in)atravessável e enfrente o que chamo de Zona de Coragem. O ideal é alternar entre a Zona de Conforto e a Zona de Coragem .

A vida te chama e convida para enfrentar os obstáculos, que são oportunidades para fazer diferente e aprender.

Espero que tenham gostado. Fiquem atentas aos seus comportamentos. Dúvidas? Entre em contato. Até a próxima! Estamos juntas!

Beijos,

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Janaína Leão (CRP 06/116747): Psicóloga e Coach com expertise em desenvolvimento de pessoas. Especialista em Psicoterapia Clínica (individual, casal e família) e Gestão de Pessoas. Formação em Life e Executive Coaching  em instituição reconhecida pelo ICF. Atua como Psicóloga Clínica desde o início da carreira e também já atuou como Consultora Organizacional em empresas multinacionais, médio e pequeno porte e terceiro setor. Possui experiência em desenvolvimento pessoal e profissional, área clínica, planejamento de carreira, life e executive coaching, psicopatologias, recursos humanos e empreendedorismo.

Instagram: @psicologa_coach

Email: janaina@janainaleao.com.br

Site: www.janainaleao.com.br

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Pais de primeira viagem


20 • 07 • 2015
por Janaína Leão

Olá meninas!

Hoje vamos conversar sobre uma das maiores mudanças que ocorrem na nossa vida.

Pais de primeira viagem: Estamos grávidos, e agora?

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(Foto: Fernanda Bozza)

Como será minha gestação? Terei alguma intercorrência? Será que o bebê nascerá com algum problema de saúde? Como ficará a relação conjugal? Darei conta de ser mãe ou pai? O que preciso fazer para cumprir meu papel de forma adequada?

Naturalmente, “estar grávidos” gera dúvidas, medos e inseguranças.  A mudança, por mais positiva que seja, vem acompanhada de ansiedade e de intensidade emocional. Logo, oscilar entre sentir-se abençoado ou estressado faz parte do momento. Afinal, gerar um vida requer cuidado, responsabilidade e amor.

Pela minha experiência clínica, percebo que muitas mulheres se cobram pela gravidez perfeita. Geralmente, ocorrem frustrações, pois é natural acontecer algo “fora” do planejado. Já os homens, relatam o medo de perder a atenção,  de serem deixados de lado e sentem uma responsabilidade extra por dar conta das atribuições que envolvem um bebê. Também há casos em que a mulher grávida evita compartilhar e incluir o parceiro nesse momento. Porém, ao bebê nascer,  a parceira solicita ajuda e o mesmo não se sente preparado para agir ou se recusa por ter se sentido rejeitado durante a gravidez. Logo, surgem os conflitos.

Com frequência converso com meus pacientes, os quais chamo de “pais grávidos”, explicando que ambos passam pela etapa da gestação com suas diferenças, e estas devem ser respeitadas. É um novo ciclo familiar, recheado de descobertas  e o ideal é que ambos estejam conectados e dispostos a enfrentarem as dificuldades desse novo momento. Aliás, esta passagem é tão importante quanto a decisão de engravidar.

O Ser “boa” mãe ou “bom” pai, será consequência do que você acredita, do seu autodesenvolvimento, da  relação conjugal estabelecida e da referência materna e paterna da família de origem de cada parceiro.

Especialistas afirmam que a maior e mais profunda mudança pessoal e familiar ocorre com a chegada de bebê. Já na primeira vez, os sentimentos e dúvidas ficam mais aflorados.  Afinal, neste momento mágico, o filho torna-se pai, a filha torna-se mãe, os pais tornam-se avós e todo relacionamento familiar passa pela transformação, a espera de um novo membro.

Entre o casal, não subestime a capacidade do seu/sua parceiro(a) e nem o rotule. Desenvolva  a confiança e a comunicação para com ele(a). Apoie ao invés de criticar. Negocie “quem faz o quê”. Evite assumir todos os compromissos. Não fique obcecada(o) por sempre  querer “agir da maneira correta”.  Erros ocorrerão e é uma forma de ensinar aos filhos que a frustração faz parte da vida. Construam a educação conjuntamente, baseada nos valores de vida. Dar amor é tão importante quanto dar limites.  Lembre-se: aprendemos com o exemplo.

Atenção mamães: incentive e dê espaço para o papai exercer suas funções. Cada um tem um jeito, uma forma de pegar, de colocar a roupa e etc. Atenção papais: busque se aproximar, oferecer ajuda, se inclua nesse processo, aprenda e ensine.

Enfim, neste momento cheio de (re)descobertas em que dois tornam-se três ou mais, exercite a tolerância, pois ninguém é perfeito. Construa vínculos com amor e entre nessa linda trajetória do ser mãe e pai.  Lembre-se, quando nasce um bebê, “nasce” uma mãe e um pai, ambos no mesmo barco aprendendo a navegar em um mar, antes de sonhos, que agora é real.

Espero que tenham gostado. Dúvidas? Entre em contato. Até a próxima! Estamos juntos!

Janaína Leão (CRP 06/116747): Psicóloga e Coach com expertise em desenvolvimento de pessoas. Especialista em Psicoterapia Clínica (individual, casal e família) e Gestão de Pessoas. Formação em Life e Executive Coaching  em instituição reconhecida pelo ICF. Atua como Psicóloga Clínica desde o início da carreira e também já atuou como Consultora Organizacional em empresas multinacionais, médio e pequeno porte e terceiro setor. Possui experiência em desenvolvimento pessoal e profissional, área clínica, planejamento de carreira, life e executive coaching, psicopatologias, recursos humanos e empreendedorismo.

Site: www.janainaleao.com.br

Instagram: @psicologa_coach

Email: janaina@janainaleao.com.br

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Planejamento de carreira


06 • 07 • 2015
por Janaína Leão

Olá meninas!

Vamos conversar sobre um assunto muito relevante: Nossa carreira profissional.foto_profissoes_galeria

(Foto: Reprodução)

Se você não souber onde está indo, como saberá quando tiver chegado lá? Qual profissão escolher? Como escolher? Será que fiz a melhor escolha? Como planejar minha vida profissional? Estou insatisfeita com minha profissão? O que fazer?

Questionamentos como estes são comuns, porém causam confusão, estagnação, ansiedade, insegurança e medo.  Isso ocorre porque fazer escolhas é uma tarefa que exige análise e planejamento. Afinal, temos muitas opções e o medo de errar geralmente está sempre presente.

Ao fazer as escolhas ligados ao nosso âmbito profissional, se faz necessário entender o que chamo de “herança da escolha”. São fatos sobre sua vida, suas paixões, seus valores, missão, competências, habilidades, influências culturais, expectativas familiares e as chamadas crenças irracionais, como por exemplo “a escolha é definitiva para sempre”, ou “ter uma única profissão a vida toda”.

Por carreira, entende-se a busca por uma profissão ou linha específica de trabalho. Carreira requer planejamento, estudo, preparação, crescimento, desenvolvimento e conhecimento do mercado de trabalho em que se atua. Dependendo do nível de aperfeiçoamento destes elementos, você estará melhor preparado para escolher o seu trabalho / emprego.  Não esqueça,  preparação vem antes do sucesso.

Então, para realizar o planejamento de uma carreira aumentando suas chances de sucesso, é necessário fazer escolhas e criar planos de ação.  Para isso,  papel e lápis na mão, pois quando escrevemos, acabamos por assumir um compromisso.

Não planejamos o passado ou o presente, mas sim o futuro. Afinal, você já deve ter planejado o dia de hoje, certo? Quando não planejamos, não sabemos como e nem onde chegaremos. O processo de planejamento de carreira deve ser claro, coerente, realista e acima de tudo flexível, respeitando o momento de vida. Planejar significa criar um destino e um passo a passo de como atingi-lo.

Por onde começamos? Pelo autoconhecimento, competências e habilidades. Estes aspectos ajudarão a definir o objetivo, o qual deve ser realista e dentro do domínio de possibilidade. Faça uma pesquisa sobre carreiras, dessa forma você conhecerá o que quer e o que não quer fazer. Desenvolva sua networking!

Após essas reflexões, você terá mais informações para descrever seu objetivo profissional. Este, por sua vez, está relacionado com o que você quer ser, onde pretende chegar, como visualiza seu futuro e  o que está disposto a enfrentar para se tornar o que almeja. Como você  imagina sua vida daqui  1, 3, 5  anos? Suas ações estão direcionadas para conquistá-los? Criar objetivo é firmar um acordo consigo, exigindo  preparação e ação.

Certamente, você conhece, pelo menos, um profissional bem sucedido e satisfeito com sua carreira. Isso ocorre porque esta pessoa investiu em planejamento, objetivo e ação, sabendo onde desejava chegar! Ser bem sucedido é, também, enfrentar obstáculos, dificuldades, cenários econômicos distintos e tantas outras situações controversas aos nossos desejos.

Nós somos responsáveis pela construção e direção da nossa carreira, por tanto nunca é tarde para recomeçar e (re)planejar, independente da faixa etária.

Por fim, o ideal seria que todas as pessoas pudessem planejar a carreira com tempo hábil, haja vista o número de pesquisas que indicam a insatisfação no trabalho ou com a profissão escolhida. Minimize essa possibilidade!

Fica registrado o convite e o desejo que este texto contribua para esclarecer algumas reflexões e impulsioná-las. Dúvidas? Me contatem. Até a próxima. Estamos juntas!

Janaína Leão

CRP 06/116747

Site: www.janainaleao.com.br

Instagram: @psicologa_coach

Email: janaina@janainaleao.com.br

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