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Ansiedade: como enfrentá-la?


07 • 12 • 2015
por Janaína Leão

Olá meninas!
Buscamos a todo momento estabilidade, conforto e segurança. Logo, é inviável não nos depararmos com a ansiedade, que é o sentimento e/ou sensação causada pela excessiva excitação do Sistema Nervoso Central. Gera dúvida, medo, aflição e expectativa  de que algo positivo ou negativo aconteça. Como administrá-la? Quando procurar ajuda profissional?
A ansiedade estimula ação, porém em excesso, causa exatamente o contrário. Percebo que o nível das pessoas referente à tolerância dos sintomas ansiosos estão cada vez menores, pois o medo e desconforto é assustador. Também, encontro muitos pacientes frustrados por tentarem e não conseguirem controlar a ansiedade. Você também tem essa sensação?
ansiedade Sei que essa frase vai gerar impacto, mas é a grande realidade. Ansiedade não se controla, se sente. A ansiedade é uma “manifestação” do nosso corpo. Se faz necessário entender o motivo pelo qual ela se faz presente. Ao invés de tentar controlar os sintomas, busque entender o motivo.
Agora, se os sintomas estão impedindo você de realizar tais atividades é hora de buscar ajuda profissional. Pois, a ansiedade pode aparecer sob diversas formas, tais como: Transtorno de Ansiedade Generalizada, Fobia específica, Fobia Social, Estresse Pós Traumático, Transtorno Obsessivo Compulsivo, Síndrome do Pânico, Transtorno Dismófico Corporal, Vigorexia…
Geralmente, os sintomas físico são: batimentos cardíacos acelerados, respiração curta e com sensação de que o ar não é suficiente, suor nas mãos, tremores, tensão muscular, problemas gástricos ou intestinas, insônia, fadiga e sensação de tontura. Já os sintomas psíquicos são: medo que algo de ruim aconteça, preocupação excessiva, irritação, mal humor, pensamento acelerado e desânimo.
Lembre-se: Precisamos aprender a conviver com a ansiedade, ela faz parte. Não existem pessoas que não são ansiosas. É necessário discernimento para diferenciar a ansiedade normal da patológica. Siga as dicas a seguir e garanta qualidade de vida nos momentos de ansiedade.

  • A ansiedade é uma ameaça de que algo positivo ou negativo aconteça. Quanto maior a expectativa, maior será a ansiedade.
  • Busque não se apavorar, reprimir ou controlar os sintomas. A ansiedade é “produzida” através de você. Não tenha medo!
  • Não foque no sintoma e sim busque conversar consigo e entender o contexto e o motivo da ansiedade.
  • Pratique a respiração diafragmática, escute musica clássica, instrumental, desfoque dos sintomas e entenda o motivo pelo qual seu corpo está manifestando tais sintomas.
  • Caso os sintomas de ansiedade estejam persistentes e impedindo de realizar determinadas tarefas, busque ajuda profissional, pois provavelmente se trata de ansiedade patológica.

Gostaram? Busque enfrentar a ansiedade ao invés de controlar sintomas. Espero que tenham gostado. Dúvidas? Entre em contato.
Um beijo e até a próxima.

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Dicas para exercer a liderança com autoridade


23 • 11 • 2015
por Janaína Leão

Olá meninas!

A liderança ocorre tanto no ambiente corporativo como na vida pessoal e familiar. Para garantir que você a desenvolva, conheça a diferença entre dar limites e liderar pela via da autoridade e pela via autoritária. Reconheça por quais caminhos você percorre e garanta novos aprendizados.
Exercer e reprender de forma autoritária gera “eu mando”, ameaça, aponta culpado, desmoraliza, fiscaliza, gera medo, controle, insegurança, afastamento e desvalorização das pessoas com a qual se relaciona.
Já praticar a autoridade significa orientar, incentivar, assumir responsabilidades, acompanhar, confiar, gerar segurança, cuidado, proximidade e valorização para com as pessoas. É também dar limites e explicar os motivos. É construir em conjunto e não entregar o “castelo pronto e com regras”.
Repare nas suas relações com colegas, amigos(as), namorado(a), esposo(a), filhos(as) e até mesmo desconhecidos, qual o seu padrão relacional autoridade ou autoritário? Não se trata de ser um ou outro e sim de entender qual é o mais evidente. Lembre-se: autoridade aproxima, pois gera confiança. Já o autoritarismo afasta, pois incentiva poder e controle.
Como sempre menciono para vocês, o aprendizado se dá pela via do exemplo. É o que você faz, que seu filho provavelmente fará e não apenas aquilo que você fala. Certa vez escutei a seguinte colocação: “menino, aproximadamente 7 anos, disse ao pai: – eu amo batata doce. Seu pai no mesmo instante disse: – já te falei que não quero que você diga que ama qualquer coisa. Amamos poucas coisas na vida e não podemos amar batata doce. O menino rebate e diz: – você (pai) não é qualquer coisa e nem a batata doce, já a outra batata, se referindo a inglesa, eu gosto.”
A repreensão faz parte da vida, é saudável e através dela aprendemos novos comportamentos. Ao repreender, busque moderação, lembre-se que você também já errou e continua errando. Essa é a nossa condição de ser humano – acertar e errar; aprender e refazer. É preciso ter jogo de cintura, explicações coerentes, agir de acordo com valores e princípios e ensinar aos filhos que existem regras e exceções.
Escolha ser reconhecido não pela força e sim pela confiança. Gere cuidado e não apenas o controle. Busque pertencer, construir e não apenas apontar o certo e errado. Se envolva ao invés de ser mero espectador.

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(Foto: Shutterstock)

Cinco sugestões para potencializar à autoridade.

  • Desenvolva a empatia que é capacidade de compreender sentimentos, emoções e reações de outra pessoa imaginando na mesma situação;
  • Seja impessoal. Diante de uma discussão, busque focar na situação e não na pessoa envolvida. Um item importante é entender que o erro não foi proposital e nem tentativa de atingir você;
  • Ao ensinar, conversar ou solicitar, olhe atentamente nos olhos do outro, evite alterar o tom da voz e passe a informação de forma clara, coerente e objetiva. Busque sempre perguntar o que o outro entendeu. Dessa forma você se certificará se foi compreendida;
  • Gere confiança ensinando pelo exemplo. Seja referência!;
  • Respeite o espaço do outro e sinalize quando você não estiver satisfeito, afim de evitar a famosa “bola de neve”.

Gostaram? Vamos Praticar? Dúvidas? Entre em contato.

Um beijo e até a próxima, Janaína Leão

Instagram: @psicologa_coach

Email: janaina@janainaleao.com.br

Site: www.janainaleao.com.br

 

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Como turbinar a autoestima?


09 • 11 • 2015
por Janaína Leão

Muito se fala sobre a importância de ter uma boa autoestima e o quanto ela contribui para resultados na vida. Em contraponto, o que mais se ouve falar é o quanto as pessoas se sentem com baixa autoestima. Quais seriam as possíveis explicações? O que a autoestima tem a ver com padrões de beleza? É possível desenvolvê-la?

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(Foto: Reprodução)

A autoestima é um sentimento que começa a ser desenvolvido na infância. A forma como estimulamos, incentivamos e nos posicionamos diante das crianças contribuem para se sentirem apoiadas, reconhecidas ou oprimidas. Essas atitudes colaboram para formação da autoestima. Também há influências da personalidade e questões culturais.

Entender o conceito significa entrar em contato consigo e descrever qual é a sua opinião em relação a admiração por si. É também reconhecer quais são seus pontos fortes e quais precisam ser desenvolvidos e potencializados. É a capacidade de reconhecer e confiar no seu potencial. A autoestima reflete nos pensamentos e comportamentos diários (in)conscientes.

Pessoas com baixa autoestima se sentem inseguras, com dúvidas constantes, necessidade de agradar os outros, buscam aceitação, precisam de aprovações, acreditam que mudar a imagem corporal ou facial a deixarão felizes, têm dificuldades de se posicionarem e fazerem escolhas.

Já as pessoas que tem boa autoestima, possuem autoconhecimento, autoconfiança, amor próprio, se responsabilizam pelas atitudes independente de certas ou erradas, valorizam seu padrão físico, se sentem seguras, se posicionam e fazem escolhas que representam sua vida.

Desenvolver boa autoestima é a capacidade de confiar no próprio potencial e fugir as regras, aliás você criará os seus padrões. É ir na essência e não apenas na causa. Já tive muitos pacientes que fizeram  intervenção corporal ou facial pensando que a autoestima iria melhorar. De fato, causou incentivo, mas a insegurança e os desconfortos advindos da baixa autoestima, provavelmente se manterão.

Para dar aquela turbinada na autoestima, seguem algumas dicas:

  • Busque o autodesenvolvimento. Conheça sua história, entenda seus pensamentos e comportamentos e ressignifique-os.
  • Desenvolva a autoconfiança que é a capacidade de confiar e agir positivamente independente das circunstâncias.
  • Busque o auto respeito que é a aceitação clara e coerente do seu próprio potencial, mesmo que o resultado seja diferente do esperado.
  • Reconheça diariamente sua trajetória e conquistas.
  • Estimule a gratidão pela vida. Quanto mais grata você for, mais coisas boas acontecerão.
  • Busque desenvolver relações baseadas em carinho, respeito, afeto e muita troca.
  • Faça uma lista das atividades que você mais gosta de fazer e busque realizá-las pelo menos uma em cada dia.
  • Inclua atividade física regularmente e busque ter alimentação saudável.
  • Sinta o seu potencial e a sua força interior e saiba que ela pode ser transformadora, desde que você escolha essa opção. Se conecte consigo!
  • Em caso de dúvidas, responda essa pergunta: Se você não der o seu melhor hoje para qual vida você estará guardando?

Vamos lá? Ter ótima auto estima é uma escolha. O que você irá escolher? Espero que tenham gostado!

Dúvidas? Entre em contato.

Um beijo e até a próxima,

Janaína Leão

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