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Minhas Experiências Com Suplementação E A #Desafio30diasGiSaback


20 • 04 • 2017
por Gisela Saback

Bom dia, meninas.

Nunca fui gordinha, mas como já disse anteriormente, era uma falsa magra. Minha perna sempre foi muito fina, mas barriga, peito e braço eram os principais pontos de acúmulo de gordura. Eu não tinha muita simetria no meu corpo, demorei de entender e enxergar que a minha estrutura é magra e o que me incomodava eram as gordurinhas localizadas. Eu acreditava que essa simetria só seria obtida com pernas e bumbum maiores.

Lembro que no final de 2012, depois que terminei um namoro, coloquei na cabeça que queria ganhar perna e bumbum de qualquer jeito. Sempre treinei, mas sem tanta disciplina. Dessa vez a meta era chegar ao carnaval de Salvador “gostosona”. Fases, gente, quem nunca? Minha cabeça certamente não estava muito bem na época e eu provavelmente queria causar algum “impacto”!Rs

Iniciei um plano de hipertrofia e marquei uma consulta com um nutricionista famoso da época. Confesso que minha experiência foi muito ruim. Além da consulta ter durado aproximadamente 15 minutos, recebi uma dieta praticamente impossível de seguir, porém, não desisti. Quando coloco algo na cabeça, vou até o final. A dieta consistia basicamente em frango com batata doce em diversos horários do dia e MUITA suplementação, que variava de Whey Protein, blends de proteína, caseína, BCAA e fórmulas manipuladas.

Além de gastar muito dinheiro, eu comia muito, mesmo sem sentir fome. A minha alimentação era 100% enquadrada em um pedaço de papel. Parei de beber, parei de comer doce, parei de comer tudo, mas comia MUITO, então qualquer coisa fora da dieta tinha um impacto maior do que deveria ter.

Pesquisei na internet, por alto, o que era cada tipo de suplemento, mas nunca hesitei em tomar nenhum deles, o que é um erro tremendo e vejo muitas pessoas cometendo. Você não come capim porque alguém mandou, certo? Como o nutricionista sabia que aquilo me faria bem, se ele conversou comigo durante apenas 15 minutos? Se quer solicitou exames de sangue!

Os suplementos certamente não me fizeram bem. Tive problemas com a minha tiroide, meus hormônios ficaram desregulados, fiquei inchada, treinava muita musculação e zero aeróbico, além do fato de que virei uma pessoa completamente antissocial. NO ENTANTO, meu objetivo foi atingido, sai do 36 para o 38.

Quando a meta vira uma obsessão algo está errado. Em determinado momento, me olhei no espelho e não conseguia mais enxergar quem eu realmente era e qual o meu propósito. Foi a partir dai que mudei radicalmente a minha alimentação. Me apaixonei pela corrida, bike e qualquer tipo de exercício aeróbico, que me traziam e trazem a melhor sensação de bem-estar e dever cumprido.

Juntamente com a minha endocrinologista, Patricia Salles, regulamos meus hormônios e passei a me alimentar de forma simples, com comida de verdade. Minha dieta era rica em proteínas, gorduras e carboidratos de baixo índice glicêmico. Comia quando sentia fome, não por obrigação e nunca deixei de me exercitar regularmente.  Passei a entender, escutar e, principalmente respeitar o meu corpo. Me privei sim, porque não sou hipócrita de dizer que batata frita não é gostoso, mas por hábito e escolha preferia me nutrir com outros tipos de alimentos. Chegou um ponto que eu realmente não sentia vontade de batata frita e desejava minha salada, meus legumes, sou assim até hoje.

Por essas e outras, acredito tanto na mudança de hábito, mudanças progressivas e melhores escolhas. Lancei um desafio no instagram #Desafio30diasGiSaback o qual sustenta a minha teoria. Não é restringir por 30 dias 100% de alimentos nocivos à saúde, como industrializados, farinha branca, açúcar refinado, fritura e álcool e sim, evitá-los na medida do possível, até porque excluir um alimento por determinado período, às vezes, pode provocar mais vontade de consumi-lo e, quando o prazo termina, o efeito rebote é avassalador. Consciência e equilíbrio são os ingredientes necessários para se ter sucesso em dietas duradouras e saudáveis.

O objetivo do #Desafio30diasGiSaback é fazer com que você tenha motivação para a prática da atividade física regular e para melhorar a alimentação, diminuindo/ excluindo (na medida do possível) alimentos nocivos à nossa saúde. É pensar antes de comer, antes de fazer um pedido no restaurante, antes de beber aquela segunda garrafa de vinho desnecessária. Após esse período você certamente irá sentir a melhora na sua disposição, humor, pele, autoestima. Falo não por conhecimento cientifico, pois não sou médica, nem nutricionista, mas baseado na minha vivência durante esses 4 anos. Pense que 30 dias podem se tornar uma vida inteira.

Enfim, hoje vivo sem neuras, sem aprisionamento a um pedaço de papel e sem objetivos mirabolantes exceto meu bem-estar, que sim, está ligado a estética e autoestima. Estou longe da perfeição, mas feliz com meu corpo. Gosto de estar magra, assumi minhas pernas finas e no decorrer deste tempo (não é da noite para o dia), as gordurinhas foram eliminadas, trazendo a tal simetria desejada.

Vale ressaltar que não sou nem um pouco contra suplementação e hoje faço uso consciente dos mesmos, apenas gostaria de fazer um alerta, para que escolham e confiem no seu nutricionista e nunca deixem de pesquisar e ter conhecimento daquilo que você está consumindo. Seu corpo é o seu maior bem, cuide-se! Emagrecer, engordar, ganhar massa não deve e não pode estar à frente da nossa saúde.

Com carinho,

Gi Saback

@giselasaback

#GiSabackEntrevista | Com MARIA RUDGE


05 • 04 • 2017
por Gisela Saback

Meninas, tudo bem?

O tema de hoje vai ser um pouco diferente! A minha ideia de entrevistar a Maria Rudge, partiu do princípio de que cada pessoa tem a sua individualidade, genética, cultura e muitas vezes esquecemos a origem dos nossos hábitos. Quando falo do meu lifestyle, não quero que as pessoas sejam iguais a mim, até porque às vezes sou sim bastante radical, mas porque conheço meu corpo e comer saudável vai muito além de tendências e vontade de emagrecer.

A Maria tem 30 anos, casada há nove anos, mãe de dois filhos lindos. Apesar de não possuir uma dieta restritiva, continua linda e magra. O que me deixou muito feliz durante nossa entrevista, foi o interesse dela para a mudança de alguns hábitos em prol da saúde. Nosso propósito nessa nova série é motivar a todos, levando em conta a rotina, individualidade e desafios que cada um vivencia.
Vamos às perguntinhas para Maria, nossa primeira entrevistada no #GiSabackEntrevista:

GS: Você nunca teve o hábito de comer salada e legumes em casa, correto? Quais outros alimentos você não come de jeito algum?

MR: Então minha alimentação é ruim, tenho paladar super infantil. Eu gosto muito de comer arroz, feijão, uma proteína (frango grelhado é o mais saudável que como), farofa (amo farofa, de pão / ovos) e também batata. Uma batata frita ou até mesmo a opção assada com alecrim.

Salada eu não como de jeito nenhum! Não tenho hábito de comer salada, frutas ou legumes. Hoje em dia melhorei muito, como o tomate, mas as folhas eu não costumo comer.

GS: As pessoas ficam indignadas quando você posta foto comendo batata frita, hambúrguer e continua com esse corpo, sempre magra. Durante a semana você procura comer de forma mais saudável?

MR: As mesmas coisas que como dia de semana, como aos fins de semana, portanto, não compenso durante a semana, como de tudo. Acredito que minha genética me beneficiou muito, pois não tenho tendência a engordar. Acho que para meu tipo de alimentação eu estou bem até! (Ela está maravilhosa!!)

GS: Você faz algum tipo de plano alimentar em casa com nutricionista?

MR: Já fui duas vezes em nutricionista, mas nunca chamei nutricionista em casa. Tentei mudar, seguir o plano da nutricionista por 24 horas, mas não deu certo.

GS: Qual o seu prato / receita favorita? Aquele que se você pudesse comeria todos os dias?

MR: Meu prato preferido é Filé ao molho mostarda, arroz branco e fritas ou Estrogonofe. Também adoro X-burger com batata frita. Quando vou para Disney como isso todos os dias.

GS: Você tem algum planejamento de alimentação? Por exemplo: faz lanchinhos, come de 3 em 3 horas ou apenas se alimenta quando sente fome?

MR: Eu até costumo comer em intervalo menor, viu?! Sempre me alimento quando sinto fome e vivo beliscando tudo. Depois do almoço, espero um pouco, como uma sobremesa, um bolo. Às vezes, procuro na dispensa uma bolacha maisena e como com requeijão e geléia, mas pelo menos minha geléia é super leve e sem açúcar (Geléia St Dalfour).

GS: E exercícios? Alguma modalidade que você tenha se identificado, que acredita ter mudado seu corpo de alguma forma?

MR: Sim, faço exercício. Tenho personal 2x por semana, com duração de 1 hora! Às vezes, atraso e acabo perdendo tempo de aula, mas senti muito resultado. Eu faço elástico com Personal Marcelo Moreno e acredito que essa ginástica funcional traz muito resultado para mim! Para fazer os exercícios não uso aparelhos, somente a força do meu próprio corpo.

Quando fazia academia e musculação me sentia inchada, com a perna mais grossa. Mas com o treino funcional, achei que minhas pernas afinaram, estou adorando!

GS: Qual o seu corpo dos sonhos?

MR: Olha, relativa essa pergunta! Costumo separar entre pessoas que tem e não tem filhos. Acho o corpo da Izabel Goulart lindo, da Renata Kuerten e Gisele Bundchen também. Eu adoro corpo “perfil Angel” (Modelos da Victoria’s Secret), mais fino e sem muito músculo. Prefiro uma estética mais feminina, com cintura fina e delicada.

GS: Você tem alguma meta, como ganhar um pouco de massa magra, perder gordura localizada, ou algo que te incomode?

MR: Costumo sempre achar que posso perder 3 kg. No começo do ano estava mais animada com meu corpo, mas recentemente, perdendo algumas aulas do personal, retomei minha vontade de perder esses 3kg.

GS: Quais procedimentos estéticos como massagens faciais ou corporais você não vive sem?

MR: Procedimentos que não vivo sem:

Miracle Touch da Patricia e Renata França que eu amo e faz muito bem para meu corpo, pois modela, afina, desincha e é maravilhoso.

Para o rosto, a Roseli Siqueira é imbatível.  A pele fica maravilhosa e é um lugar aonde vou e consigo relaxar. Traz bem-estar e sensação de paz, sabe?!

Cuido da minha pele com a Clarissa e Patricia Rittes e, às vezes, faço tratamentos para o cabelo com ela também, são maravilhosos!

GS: O que você acredita ter mudado / melhorado na sua alimentação desde que casou e teve filhos?

MR: Não mudou nada (Rs). Continuo a mesma pessoa, comendo as mesmas besteiras.

GS: Em casa, com seus filhos, você estabelece regras de alimentação? Restringe-os de algum tipo de alimento?

MR: Eu procuro fazer com que alimentação deles seja bem melhor do que a minha, portanto, eles comem de tudo! Amam frutas, comem todos os tipos (maçã, banana, ameixa, mamão…). Verduras e legumes também (brócolis, tomate, espinafre e por ai vai). Mas ao mesmo tempo em que me preocupo, quando eles vão às festinhas ou quando tem bolo em casa, permito que eles comam, não restrinjo. Acho bom eles comerem de forma regrada, assim, para eles, isso não vira um tabu.

A única coisa que eu nunca permito nas festas é o refrigerante. Raramente deixo o Otávio (filho mais velho) tomar. Mas não gosto que eles tomem.

GS: Você não engordou quase nada depois de ter filhos, e muitas seguidoras se perguntam como continuar assim. Existiu algum cuidado especial durante e depois da gravidez?

MR: Nas minhas duas últimas gestações engordei 16kg. Minha barriga ficou muito grande porque os meninos nasceram grandes também. O problema é que engordo muito amamentando, sinto muita fome! Meu marido brincava que eu comia mais do que ele nessas épocas.

Mas depois de um ano eu emagreci tudo e meu corpo voltou ao peso anterior. Eu acredito muito na ideia de memória muscular, sempre voltei ao meu peso normal. A verdade é que o peso que eu casei, nunca mais voltou. Casei com 50kg e hoje estou com 55kg. Mas está tudo ótimo, até porque eu casei há quase 10 anos e já tive dois filhos!Rs Eu me gosto com esse peso. Tenho 1,72cm, então 55kg está jóia!!

PS: Atualmente estou com 57kg, então preciso perder esses 2kgs!!!

GS: Quando você sai para jantar, come entrada, prato principal e sobremesa? Você se considera “comilona”? ou come pouquinho?

MR: Eu costumo comer um pouco de couvert e o prato principal. Não costumo pedir sobremesa, até porque os pratos são bem servidos nos restaurantes. Adoro tomar chás no fim das refeições. Chá de hortelã natural ou chá de capim cidreira natural, meu preferido.

Em casa eu faço muito chá de erva doce com gengibre, é uma receita da avó do meu marido que eu amo e é muito gostosa. Ah! O que eu como muito é pimenta, coloco em tudo. Sei que acelera o metabolismo, o que é ótimo, mas eu como porque gosto mesmo.

– Acho que é isso, Gi, eu não fico buscando muito e fazendo dietas, acredito bastante na genética e também em respeitar os limites do meu corpo. Por exemplo, amo cabelo da Iza Goulart, mas sei que nunca terei aquele volume, mesmo fazendo tratamentos e tomando vitaminas, e está tudo bem desta forma!

Acho que precisamos nos aceitar como somos. Vamos nos aceitar, sem grandes neuras. Tenho dois filhos e gosto de ser muito presente com eles, são minhas prioridades agora! Sei que nunca terei a barriga que tinha antes de engravidar, mas sei que faz parte do processo de tê-los, por isso estou feliz assim!

Queria muito agradecer o tempo e a atenção da Maria por participar da primeira entrevista da nova tag #GiSabackEntrevista. E apenas ressaltar a importância de nos aceitarmos. Algumas pessoas têm genética favorável, como é o caso da Maria, outras se alimentam melhor e tem estilos de vida mais saudáveis. Temos que buscar aquilo que nos faz bem e feliz, levando em consideração nossa individualidade, princípios, metas, momentos de vida, entre outros inumeros fatores.

Chega de querer fazer a dieta da amiga, da mãe, da blogueira fitness! Somos diferentes em todos os aspectos biológicos! Se espelhem, se motivem, se amem e se cuidem, sempre com a consciência de que somos únicos, Ok? Isso acalma nossas expectativas, não gera frustrações e nos permite ter conhecimento e aceitação do nosso próprio corpo (dentro e fora).

Com carinho,

Gi Saback

@giselasaback

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Vida Social e Dieta


21 • 03 • 2017
por Gisela Saback

Boa tarde, meninas, tudo bem?

Esses dias andei analisando quantos eventos sociais, jantares, festas, casamentos, tive nos últimos meses, e olha que o ano praticamente só começou. Mas a grande dúvida das pessoas é: Como lidar com tantos eventos, vida corrida, sem sair da dieta?

Como falei anteriormente, não faço dieta, esse é o meu estilo de vida, portanto vivo “dieta”- se é que podemos chamar desta forma. Não sou aquela pessoa que leva marmita no avião e come antes em casa para não cair em tentações. Nada contra, acho incrível quem consegue ter esse nível de disciplina, não questiono os objetivos e propósitos de ninguém, apenas não funciona para mim, pelo menos atualmente. Mas nunca se sabe o dia de amanhã, nunca digo nunca! Rs

Sou sim o tipo de pessoa que sempre tem uma barrinha de proteína, fruta, iogurte ou mix de nuts na bolsa. Lanchinhos que sejam práticos e nutritivos, porque passar fome é algo que realmente me deixa mal-humorada. Alias, seja qual for a ocasião, jantar, casamento, happy hour, o importante é não chegar morrendo de fome, dai a necessidade de planejamento, para se alimentar direito durante o dia.

Quando saio para jantar, evito o couvert. Não vejo a menor necessidade de comer pães e outras tentações, enquanto podemos pedir um tartar, burrata, salada ou uma infinidade de outras entradas super saborosas e mais leves. O mesmo serve para a escolha dos pratos. Hoje em dia, qualquer restaurante tem opções mais saudáveis. Até nos restaurantes fast food encontramos saladas, por exemplo, sendo assim, sem desculpas.

Em casamentos já é mais difícil manter o equilibrio, porque além de ter comida a noite inteira, é preciso lidar com a bebida, que parece alargar nosso estomago quando ingerimos e, ainda por cima, nos “conduz” diretamente à mesa de doces. O que eu faço? Primeiro bebo bastante água. Além de hidratar, você não quer perder a consciência, caso contrário, não vai nem lembrar que comeu quinze docinhos de uma só vez! Rs. Sempre evito aquelas friturinhas e canapés. Minha estratégia é, se o jantar demorara, faço um prato da mesa de frios, com salada, queijos, castanhas, que irão me sustentar até que o jantar seja servido. Quando o jantar é servido, o ideal é compor o prato com uma proteína leve, opto sempre por peixe, e adicionar legumes e /ou salada e algum carboidrato para lhe repor a energia. Sim, carboidrato! Com este menu e a bebida alcoólica, você passará bem a noite inteira.

Quanto aos doces, escolho aquele que mais gosto para “matar” a minha vontade. A partir do terceiro docinho, já é dispensável. Penso que não preciso provar os quarenta e cinco tipos de doces e saio de perto da mesa, assim esqueço a “vontade”, vulgo compulsão, e deixo de comer mais cinco deles. Não esqueçam que nós controlamos nosso cérebro e somos agentes da nossa mente. Se você quiser comer dez docinhos, mas no dia seguinte fazer exercício e voltar para dieta, ótimo. O que não pode é comer e acordar cheia de remorso.

Quando recebo amigos em casa, tento fazer entradinhas que agradam todos os tipos de paladares, mas priorizo opções mais lights e saudáveis. Vejam essa mesa que preparei para um “get together” com minhas amigas:

Queijos, mix de cenoura, pepino e tomate, mix de nuts, pães com grãos, torradas sem glúten, chips de batata doce e mandioca, mozzarella de búfala com tomatinho e manjericão, uvas (decorativo ou não), damasco, queijo brie com figo, queijo de cabra com cranberry, salmão defumado temperado com limão e guacamole (não apareceram na foto), foram opções deliciosas para uma noite de vinhos com as amigas. Afinal, quem disse que tudo precisa acabar em pizza?!

Meninas, lembram do post que falei sobre melhores escolhas? Obvio que se você está jantando fora de casa, confraternizando, bebendo, existe uma razão emocional, social para isso, portanto, ninguém precisa se privar de comer, beber, viver, não é mesmo? O importante e o segredo, como sempre falo, é ter consciência e principalmente, equilíbrio.

Beijocas, Gi

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